Toda vez que tento nomeá-lo
ele se desfaz.
Toca o nada, se dissolve,
entre um pensamento que cala
e outro que ainda não fala.
Talvez o além exista aí,
no acidente da consciência,
quando o passo vacila no tropeço.
Leve demais para ser certeza,
firme demais para ser ignorado.